Trump considera enviar mísseis Tomahawk à Ucrânia, mas expressa preocupação com a intensificação do conflito
O presidente americano, Donald Trump, comunicou que ele e o chefe de Estado da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, “discutirão sobre os Tomahawks”, mas observou que esses mísseis de alcance prolongado podem levar a uma ampliação significativa de uma guerra que ele preferiria que chegasse ao fim.
“Vamos conversar sobre os Tomahawks, e nosso desejo é que não sejam necessários. Desejamos o fim da guerra”, declarou Trump na Casa Branca na sexta-feira, dia 17, durante um encontro com o presidente ucraniano.
“Esses mísseis são extremamente poderosos, mas também apresentam grandes riscos. Isso pode levar a uma escalada considerável, resultando em diversas situações desfavoráveis. Os Tomahawks representam um grande problema”, acrescentou o líder americano.
Trump também enfatizou diversas vezes a relevância de os Estados Unidos manterem um estoque abundante de seus próprios mísseis.
“Precisamos de Tomahawks, pois não podemos nos permitir abrir mão de recursos essenciais para a defesa do nosso país”, afirmou.
Além disso, Trump insinuou que a disputa entre a Rússia e a Ucrânia poderia ser resolvida sem esses mísseis.
“Espero que possamos concluir o conflito sem levar em conta os Tomahawks. Acredito que estamos próximos disso.”
Anteriormente, a Casa Branca havia elaborado estratégias para fornecer armamento à Ucrânia, conforme revelado por autoridades dos Estados Unidos.